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Quantas vezes não temos de estudar matérias que não gostamos, não que os professores não se esforcem a ensiná-las, mas apenas porque não vemos a sua real importância para o nosso futuro profissional.

Quase de certeza terá importância, mas apenas, ainda não a vimos. Antes de entrar no mundo do trabalho, é difícil ver o que nos será pedido. As ligações indústria-universidade são diminutas e quando acontecem, são ao nível de trabalhos que as empresas querem ver prontos e que não têm competências internas para as realizar. Sendo que os alunos quase nunca participam, pois o trabalho era para ontem! A outra forma de participação são estágios, que segundo todos os relatos que já ouvi até agora, dos colegas, nada trarão de novo, nem possibilitará a percepção dos desafios que esperam uma pessoa, pois “metem-nos para lá e nada ensinam”.

Mas voltando à problemática da vontade de estudar:

É de facto difícil ser capazes de nos impor, a que nos sentemos e apreendamos os conhecimentos necessários para ter êxito na avaliação. É uma luta mental quase incessante, que se trava, e, a fuga à responsabilidade do estudo, muitas vezes é um facto.

O que fazer?

Até agora as únicas coisas que tenho conseguido fazer são:

- Ver a importância de fazer a cadeira;

- Pensar, que se ficar feita agora, nunca mais chateia;

Isto é de facto verdade, mas tendemos muito a não ligar a isto.

- Por fim pensar: Isto tem de ser feito, mais tarde ou mais cedo. Há que lutar, sofrer e esperar vencer!

A vida está repleta de coisas que não dão gozo e a solução não é ficarmos no nosso canto, é ir à luta, pois isto é um emaranhado de coisas boas e más, e pelo menos para mim o saldo é extremamente positivo, até porque as coisas que parecem más, muitas vezes acabam por se revelar positivas e as experiências inerentes dar-nos-ão capacidade para viver cada vez melhor.

Mas que é difícil estudar algumas coisas é! E eu que o diga que parece que nunca mais faço algumas cadeiras, também por esse sentimento de fuga e devido ao pouco estímulo que elas dão a estudar. Não porque não sejas complexas e logo estimulante perceber o que está por detrás, mas simplesmente não estimulam. O cérebro é um órgão fascinante!

E é tudo por hoje!

Fica a Visão!

 

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